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http://www.garfos.letrascomgarfos.net/ - Letras Com Garfos III
Obrigado!
Uma coisa é afirmar a diferença, outra é impô-la aos outros e ainda outra coisa é a auto-vitimização perante e em função dessa mesma diferença.
Compreendo que os homossexuais de ambos os sexos afirmem a sua diferença, que gostem da sua condição, que se sintam bem com as suas opções; não entendo porque possa existir uma espécie de “Jihad” homossexual para impor as suas preferências sexuais ao resto da sociedade.
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Obrigado!
"...Uma desssas técnicas é fingir que alguns tios vão ser castigados e virar, momentaneamente, a atenção das multidões para um escândalo de corrupção ou de comportamentos amorais de alguns tios o que, apesar de poder ser verdade, não é tão grave como os grandes negócios em que os grandes tios andam envolvidos."
Ler mais no blogue do marquês.
Nas próximas semanas, nos meus tempos mais livres, vou-me dedicar à leitura do Corão. Vou analisar o dito cujo. Ponto por ponto. Sura por sura. Vou provar, com argumentos válidos e óbvios, que o islamismo é uma religião desumana, inimiga dos direitos humanos em geral.
Desde já afirmo que não parto para essa leitura de mente aberta: uma religião que trata a mulher - em pleno século XXI - como um ser inferior, merece o meu maior e mais requintado desprezo!
"Nós não fazemos a distinção entre civis e não civis, inocentes e não inocentes.
Apenas entre muçulmanos e descrentes. E a vida de um descrente não tem qualquer
valor. Não tem santidade.
"
Sheik Omar Bakri Mohammed
O Bisturi chamou à atenção para um artigo no Público de hoje. Trata-se de uma entrevista ao Sheik Omar Bakri Mohammed ,
cidadão britânico, Líder do "Londonistão" e Teórico da Al-Qaeda na Europa. Para aqueles que defenderam, por exemplo, que a França procedeu mal quando impôs a
laicidade nas escolas públicas do País, eis a resposta,aqui, de viva voz, de um alto responsável islamita.
Este é, na realidade, o Islão do séc. XXI, acossado pela evolução da Técnica, da Ciência: uma religião do terror! Os teóricos que nos dizem que não, que não é bem assim, são os adeptos do compromisso que os islamitas modernos rejeitam de todo. Porque permitimos que alguém use a total liberdade de expressão que lhe concedemos para nos condenar à morte, através de uma "fatwa" qualquer? Porque nos permitimos correr o risco de 50 milhões de muçulmanos que vivem na Europa venham a seguir este tipo de ideias? Quantos deles já as seguem sem ninguém saber? Porque nos auto-flagelamos dizendo que "se calhar, também temos culpas, há que tentar o diálogo, etc."quando a própria essência do Islão (porque este é o Islão actual, quer queiramos ou não) é a negação do diálogo? Por mim, se tinha dúvidas nesta matéria, já não as tenho. Quem diz que a minha vida não tem valor por não ser islamita, merece que lhe pague na mesma moeda.
...e há perguntas que não se devem fazer!
Estive há alguns anos atrás na Bombardier, por motivos profissionais. Não passei da área administrativa, não tomei contacto com a produção, e portanto, não tenho sequer ideia da qualidade ou do tipo de equipamento da unidade de produção da Amadora. Contudo, a julgar pelo que se diz, a Sorefame/Bombardier dispõe de know-how e equipamento de ponta na produção de material circulante. Com o encerramento da fábrica, não tenho dúvidas, outras e muitas mais pequenas empresas que trabalham para a Sorefame, vão também ver os seus negócios afectados.
A Bombardier não quer vender a fábrica, quer simplesmente desactivá-la! Pois bem, cabe ao Governo impor (é este o termo) à Bombardier uma de duas coisas: ou a multinacional canadiana negoceia directamente com eventuais empresas interessadas na unidade da Amadora, ou procede o Governo à expropriação da mesma tendo em vista a sua venda a outro grupo económico interessado na sua compra, que, como sabemos, existe. É tempo de exorcizarmos os fantasmas do PREC: se for preciso nacionalizar porque uma multinacional (ou seja quem for) quer simplesmente prejudicar a economia do nosso País, pois que se faça!
No "Tio" Marquês de TNT (Troglodita Nefelibata Tributário), li esta mensagem colateral, que transcrevo na íntegra, exactamente porque também acho que não tem razão, embora acabe por concordar com ele. Afinal de contas, trabalhar para quê? Só trabalha quem não tem mais nada que fazer....
Caro blogueiro:
O marquês, em defesa dos interesses dos seus homólogos tios, não pode concordar consigo, embora tenha toda a razão. A desactivação da fábrica enquadra-se num plano mais global, eu diria mesmo "globalizante" de acabar com toda a nossa indústria. Passaremos a viver apenas do comércio. Como não iremos produzir nada, temos que comercializar o que é dos outros. Também não podemos vender os produtos em Portugal porque os portugueses, se não criam riqueza, não podem ter poder de compra. Temos que vender para fora. Ou seja, a nossa vocação mercantil é a que se vai impor a curto prazo. Os outros que produzam. Os tios irão vender apenas TGV's e assim, uma viajem do Cais do Sodré a Oeiras, em vez de demorar 20 minutos, demora só 15. Já viu esses 5 minutos multiplicados por milhares de pessoas o que é que significam para a economia dos tios? Podemos passar a exigir que os trabalhadores usem esses cinco minutos para fazerem xixi antes de começar a trabalhar... pois é, mas trabalhar onde? Aqui há qualquer coisa que não bate certo. Eu depois conto. Mas nessa coisa de comboios, já perdemos a carruagem.
Actor e director cinematográfico, Charles Spencer Chaplin nasceu em 1889 em Londres, Inglaterra. Charles Chaplin criou um estilo único, caracterizado pelo despojamento e pelo predomínio da imagem, apoiada pela mímica e pela expressão corporal. O vagabundo de chapéu-de-coco, bigodinho, bengala e enormes sapatos conquistou o público e fez do seu criador um dos génios do cinema. A personagem humilde e galante foi a figura central de dezenas de comédias curtas do cinema mudo realizadas entre 1915 e 1923. Entre os clássicos de Chaplin estão: “Quimera do ouro” (1925), “O circo” (1928), “Tempos modernos” (1936) e “Luzes da ribalta” (1931), considerado um dos maiores filmes de todos os tempos pela crítica internacional.
Complementando este post do Para Mim Tanto Faz:
Em Marrocos :
- os trabalhadores trabalham ao sábado de manhã (não há semana inglesa).
- o patronato paga (da sua parte) à Segurança Social marroquina cerca de 5% (contra os vinte e tal aqui)
- os trabalhadores recebem o salário à semana (ordenado semanal)
- o absentismo é de tal modo e os ordenados dos trabalhadores têxteis tão baixos (cerca de 75 a 100 Euro no máximo e por mês) que o patronato dá-se ao luxo de, em determinados postos de trabalho, ter duas pessoas para o mesmo tipo de trabalho, não vá uma delas faltar.
- O Estado marroquino subsidia bens de consumo básico (pão, leite, etc.) "abaratando-os" artificialmente.
- Estive há uns anos numa fábrica têxtil marroquina onde as trabalhadoras andavam descalças pela fábrica.
É isto que a plutocracia europeia procura: com a desgraça dos outros pode-se sempre bem.

Do Grupo dos Amigos de Olivença, recebi a seguinte nota informativa:
Passam, hoje, 193 anos sobre a data em que Olivença, pela última vez, viu ondear nas suas muralhas – soberana – a Bandeira Portuguesa. Naquele 15 de Abril de 1811, decorria a Guerra Peninsular, tropas portuguesas do exército luso-britânico levam de vencida as forças napoleónicas que anteriormente tinham desalojado da Praça o ocupante espanhol e, guarnecendo-a com soldados da 9.ª Brigada, restauram a soberania de Portugal. Todavia, no mesmo dia, Beresford, comandante das forças anglo-lusas, cumprindo ordens de Wellesley (Duque de Wellington), apesar dos protestos das tropas portuguesas e perante o desespero dos oliventinos, determina a entrega da Praça às autoridades espanholas. Aos oliventinos, continuando a ser portugueses na reserva dos seus corações e no recato dos lares, restou-lhes aguardar por Justiça. Aos demais portugueses resta-lhes, sempre, exigir Justiça!
Lx., 15 de Abril de 2004.
A Direcção.
Rua Portas de S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) -
1150-268 Lisboa olivenca@olivenca.org – www.olivenca.org
Hoje vou ver (finalmente) o tão falado filme "A Paixão de Cristo".
FELIZ PÁSCOA E BOAS VIAGENS! CUIDADO NA ESTRADA!
O guerrilheiro apontou-me a Kalachnikov. "Senta-te! ", berrou. Sentei-me de imediato na areia húmida do cacimbo que impregnava os meus ossos naquela noite de Agosto. Centenas estavam já de cócoras ou sentados da mesma forma, no meio da noite escura que me confinava o espírito numa angústia que debalde tentava racionalizar. Os grupos eram organizados metodicamente. No meu grupo, umas largas dezenas. Outro grupo, mais além. E outro, e outro e mais outro até onde a minha vista podia detectar os vultos e a percepção de sombras em movimento, ou a minha audição de silêncios mitigados poderia alcançar. Não tinha a noção exacta onde estava. Poderia ser uma parada de um quartel qualquer, enorme concerteza, porque não lhe via os limites ou porque a noite cerrada lhe fazia aumentar as fronteiras. Mais ao longe, grita-se: "Diz Viva à Frelimo! "; segue-se um silêncio angustiador. Uma rajada de metralhadora ressoa com estrondo abafando gritos de morte que se prolongam com gemidos moribundos, exânimes. "São Testemunhas de Jeová, os gajos! Só dizem 'Viva a Deus ', a ninguém mais. Foderam-se!", balbuciou-me o acocorado mais próximo. O absurdo tomou conta de mim, inspirei profundamente o ar da noite e deixei de sentir medo.
Nota: Esta história aconteceu. Tinha 17 anos na altura. Outras poderia contar, mas não vale agora a pena. Queria deixar um agradecimento ao apaixonado pela lusofonia, negro e jornalista Albino Magaia por me ter, quiçá, salvo a vida.

"Lá, naquela rudeza sem conforto, é que sentimos a cama macia, a alma aconchegada! de lá, daqueles agressivos penhascos, é que nos vem ternura e calor!"
«Soube a definição na minha infância/ Mas o termo apagou/ As linhas que no mapa da memória/ A mestra palmatória/ desenhou/ Hoje/ Sei apenas gostar duma nesga de terra/ Debruada de mar».
Miguel Torga
Fonte: Jornal de Notícias
Que fique claro que não milito em nenhum partido político nem simpatizo com algum em especial. Voto no que me dá mais jeito a cada momento (ou voto nulo com observações que me venham à cabeça, mas nunca em branco).
Mas a julgar pelo procedimento do Sr. João Guerra, eminência parda do DIAP, o PS é suspeito de ser um partido pedófilo. Temos pois, o conceito de pedofilia extendido a uma instituição política em abstracto. Genial! Sabíamos que os comunistas eram quem comiam criancinhas ao pequeno-almoço, mas nunca ninguém se lembrou de apodar o PCP de pedófilo. São erros processuais deste calibre que desacreditam a investigação e põem cá fora os Rittos e outros.

Vera Jardim: "só por lapso se pode explicar o que não tem explicação".

Juízes que passam férias “à borla” cá dentro e lá fora…juízes corruptos, na maior parte das vezes, não por dinheiro vivo, mas por “serviços” a prestar oportunamente e no momento mais favorável, tendo em vista as circunstâncias…
Um Juiz é um inimputável…irresponsável perante a lei…e aproveitando-se disso, corrompem este País de alto a baixo! O Juiz tornou-se símbolo da corrupção mais dissimulada e mafiosa que alguma vez já existiu em Portugal. Só quem sabe de "certas coisas" pode afirmar isto: muitos, mas muitos juízes, são uns inimputáveis, desonestos filhos-da-puta!
"Uma vez que vai ser proibido fumar na floresta, o marquês mandou cortar as árvores todas porque sem árvores não há florestas".
Estou de acordo com o Marquês de TNT (sigla de Troglodita Nefelibata Tributário). P'ra grandes males grandes remédios. Retirar-nos o consolo de um
(H)abano na rede, em tarde amena na floresta, em plena cavaqueira depois de umas sardinhas assadas na hora e garrafão de tinto (vulgo Catraio), é imperdoável para um tuga que se preze. Seria a mesma coisa que proibir as meninas em Monsanto...que diabo, para alguma coisa pagamos impostos!...

Enquanto despia o fraque
junto ao leito de noivado,
escapuliu-se-lhe um traque
de timbre aclarinetado...
A noiva olhou-o de lado,
e pôs-se, com ar basbaque,
a remirar o bordado
das botinas de duraque...
Houve, após esse momento,
naquela noite de gala,
um duplo constrangimento.
E o noivo disse-lhe então:
"Oh filha, cú que não fala
é cú sem opinião..."
Augusto Gil
(Texto transcrito daqui)
1.
Quando o intestino
arma em tenor
e canta fino,
não há fedor...
Se o som é forte e é baritonal
e mal que rompa, de repente estaque,
temos o que na fúria intestinal
se chama: traque.
Espalha um cheirozito, uma pitada
que o beque surpreendeu mas não reteve:
quase nada...
coisa leve...
2.
Se a tripa inteira corneteia e rufa
num concertante
de ópera bufa,
já não é simples sainete
nem a sonâcia, nem o mais que expele:
é um cheirete
de alto lá com ele!...
Se o som, porém, é como o ai duma donzela
que tem penas de amor e que as não conta aos pais;
se põe na roupa a viva cor de uma aguarela
e suja o rabo,
então cheira muito mais,
oh, muitissimo mais, o alma do diabo!
Augusto Gil

O outro Cara :O Brasil nunca ganhou o campeonato da Europa?
Scolari : É verdade que não!? É um dos poucos títulos que nos faltam!
O outro Cara : Este ano vamos ganhar!
Scolari: Sim...espero que na final joguemos contra um País fácil como o Japão!
O Desterrado pergunta e bem: e se fosse o Vítor Baía a sofrer aquele golo de canto directo, o que aconteceria? Livra!!!Pensando melhor, é realmente preferível que o Vítor não seja chamado àquela selecção: há que poupar os jogadores de situações quejandas.

É uma raça muito rústica, logo muito bem adaptada. Possui uma cabeça forte e compacta, "seca", não carnuda, lábios bem ajustados aos maxilares, sem ser pendentes (beiçudos). Tem um stop pouco pronunciado. Olhar sempre atento e penetrante que, combinado com uma pelagem lobeira mais ou menos escura, lhe dá um ar de "poucos amigos". Os olhos são oblíquos, castanhos mais ou menos escuros. Os olhos mais claros estão associados a pelagens mais abertas, denominada pelos autóctones como "cor do monte" (pelagem lobeira clara com tons de feto seco) e os mais escuros nas pelagens mais carregadas (fulvo mais ou menos negro). Orelhas triangulares de inserção acima da média bem paralelas à cabeça; quando atento, volta a face externa para diante. O pêlo é de tamanho médio, bastante denso e resistente. Os Cães de Castro Laboreiro são robustos, de forte estrutura óssea e bem aprumados. Silhueta rectangular, altiva e imponente de tamanho médio (entre o Serra da Esterla e o Serra d'Aires). Possui uma dentição muito forte, em tesoura. Pescoço curto, forte e compacto, e sem barbela. A zona lombar é forte, larga e bem musculada. A garupa apresenta-se ligeiramente mais alta que o garrote.Tem um andar solto e desembaraçado. A cauda é grossa, bem revestida de pêlo, descendo até ao curvilhão, quando sossegado; quando está animado, fica em alfange, ultrapassando a linha do dorso. Pode apresentar esporões simples ou duplos nas patas. Tem um ladrar muito típico em vários tons, como que uivante. 
Cão muito rústico e dinâmico. Necessita de bastante espaço para gastar energias, ideal para casas com terreno ou quintas. Efectua "rondas" ao seu território por instinto, verificando com periodicidade os locais sob sua guarda, assegurando-se de que não houve presença de estranhos e para marcar a sua presença. Como pastor, saindo o gado dos currais o cão segue-o como uma "sombra" até aos lameiros ou aos planaltos, regressando com eles ao entardecer. Tem preferência para repousar por locais elevados com grande amplitude visual. Quem não é de casa há que desconfiar, pois pode ser intruso. Desconfiado por natureza, não gosta de estranhos. Quando intimidado ou desafiado torna-se num adversário terrível e implacável. Este cão deve respeitar o dono; são frequentes os ataques aos donos caso não os respeitem.

«Como cidadão estou muito preocupado. Não estou contra o seleccionador, estou contra quem o aguenta no lugar, e tenho que estar insatisfeito com o que se passa. Naturalmente, o que mais me preocupa não são os maus resultados, embora sejam preocupantes; não são as más exibições, que são frustrantes; não são algumas escolhas, que são incompreensíveis, mas sim o facto de ter sido destruída em pouco tempo aquela excepcional empatia que havia entre os portugueses e a Selecção».
Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa
Segundo dados de 2003 relativos a 2002, o PIB per capita dos 10 países mais ricos do mundo (surpreende-me a Irlanda) estava assim :
Portugal estava assim:
Não acredito que o PIB se tenha mantido no nosso país...alguém com mais informação?
Angola e Cabo Verde :
Já agora os mais pobres do mundo (Moçambique saiu dos últimos lugares, Timor-Leste é o "lanterna-vermelha":

O que constitui um real incentivo à expansão do anti-semitismo:
O filme de Mel Gibson ou as execuções sumárias do senhor Sharon?
